Cristiano Ronaldo não vai estar disponível para os dois últimos jogos de Portugal na fase de grupos da Liga das Nações – hoje, frente à Dinamarca, e no próximo domingo, dia 4, em casa, diante da Noruega. A confirmação foi dada pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), depois de o capitão ter anunciado, esta terça-feira, em comunicado no Instagram, que tinha decidido deixar o estágio da seleção em Copenhaga.
Segundo o comunicado da FPF, a decisão de sair partiu do próprio jogador, na sequência de uma conferência de imprensa de Jorge Jesus e de uma conversa com o presidente da federação, Pedro Proença. A federação não deu explicações sobre o motivo da saída, limitando-se a garantir que a preparação dos jogos segue com os restantes 24 convocados.
Nas últimas horas, vários títulos da imprensa desportiva têm avançado que a saída de Ronaldo é “irreversível” e que o capitão “não volta” à seleção, sugerindo o fim da carreira internacional do jogador. É importante separar o que está confirmado do que é, para já, interpretação: nem a FPF nem Ronaldo confirmaram uma retirada definitiva da seleção nacional. A frase mais concreta encontrada nesse sentido — “um eventual regresso não está em cima da mesa” – surge como análise da imprensa desportiva sobre o ambiente entre as partes, não como declaração oficial de nenhuma delas. Ronaldo, no seu comunicado, prometeu apenas que vai contar “a verdade” sobre os motivos da saída “a seu tempo”.
Para já, o que está confirmado é isto: Ronaldo não joga nem contra a Dinamarca nem contra a Noruega neste período de jogos de seleções, e o seu lugar no onze inicial é ocupado por Gonçalo Ramos.
Fonte: Comunicado da Federação Portuguesa de Futebol e Instagram oficial de Cristiano Ronaldo; enquadramento da imprensa (Observador, Abola e Bola na Rede).











