“E agora, como vou?”
É a mais recente campanha da Câmara Municipal de Coimbra, Serviços Municipalizados dos Transportes Urbanos de Coimbra e Metro Mondego, que pretende concentrar e simplificar toda a informação sobre as alterações da mobilidade da região, que entram em vigor a 10 de setembro.
O endereço www.cm-coimbra.pt/comovou funciona como ponto central da informação, reunindo mapas, percursos, linhas, acessos e respostas às dúvidas mais frequentes. No site do município estão os novos percursos e paragens dos SMTUC, e a expansão do Metrobus à Praça da República e a Coimbra B.
Com as novas ligações, a oferta do Metrobus aumenta de 291 para 452 circulações em dias úteis, com frequências médias no troço urbano de cinco minutos em horas de ponta, e 7,5 minutos nos restantes períodos.
A Autarquia de Coimbra faz saber que o serviço é assegurado por veículos de elevada capacidade, com 136 lugares, que vêm reforçar a capacidade de transporte nos principais eixos urbanos.
A chegada do Metrobus a Coimbra-B reforça igualmente a articulação entre o transporte ferroviário, o transporte rodoviário e a rede urbana, enquanto a Praça da República assume um papel central na interface entre o Metrobus e várias linhas dos SMTUC.
Também no dia 10 de setembro entram em vigor alterações na rede dos Serviços Municipalizados dos Transportes Urbanos de Coimbra, enquadradas por dois fatores simultâneos: a nova circulação rodoviária no centro da cidade e a entrada em funcionamento do novo eixo estruturante de transporte público assegurado pelo Metrobus.
As linhas 4, 7, 10 e 103 passam a estabelecer interface com o Metrobus na Praça da República, para além de terem um aumento de viagens superior a 30%. Já as linhas 25, 25T, 30 e 30T passam a terminar no Arnado, a partir de onde os passageiros poderão aceder ao novo corredor de transporte público através de uma curta deslocação pedonal ou de transbordo.
Mas esta nova fase da mobilidade implica também uma reorganização da circulação na Baixa da cidade.
A Rua da Sofia deixa de permitir a circulação automóvel geral, passando a assumir uma função prioritariamente dedicada ao transporte público. O município frisa que não se trata do encerramento da rua a quem nela vive, trabalha ou necessita de aceder à zona.
Mantêm-se os acessos locais necessários a residentes autorizados, cargas e descargas, serviços essenciais e outros veículos autorizados (como viaturas de emergência e forças de segurança), bem como a circulação dos transportes públicos.
A Autarquia de Coimbra salienta que a ideia, passa por reduzir a pressão automóvel, melhorar as condições de circulação pedonal e criar melhores condições para uma utilização qualificada do espaço público, sem eliminar os acessos necessários às atividades existentes.
Imagem: CM Coimbra











