A Câmara Municipal de Lisboa afirma que a rede de bicicletas partilhadas GIRA, está a ser alvo de uma nova “vaga de crimes, violenta, gratuita e inesperada”.
A rede Gira de bicicletas partilhadas de Lisboa, registou este ano “avultados prejuízos com a destruição de mais de 1400 docas, e mil bicicletas arrancadas indevidamente. Segundo a autarquia, são mais de 700 atos de vandalismo.
Em declarações à Lusa, o município de Lisboa confirmou que a empresa EMEL, que gere a mobilidade na cidade, “regista uma vaga de criminalidade mais agressiva, focada não só na destruição como no furto de equipamentos”.
Ainda tendo como base números da Autarquia, entre 2017 e 2025, foram realizadas mais de 12 mil reparações de equipamentos, o que equivale a um prejuízo de mais de 3 milhões de euros.
Gonçalo Reis, o vice-presidente da Câmara de Lisboa com o pelouro da Mobilidade, salienta que estes atos de vandalismo provocam “um impacto negativo na qualidade destes serviços, que são usados por milhares de lisboetas”, e reforça “o esforço que a empresa municipal EMEL tem feito na manutenção e reparação dos equipamentos”.
Imagem: CM Lisboa











