Mira volta a celebrar o seu padroeiro, São Tomé, com cinco dias de festa que prometem levar milhares de pessoas ao centro da vila. O evento arranca hoje e prolonga-se até domingo, dia 26 de julho, transformando o Jardim do Visconde no principal palco das comemorações.
O programa combina concertos, gastronomia, artesanato, exposições, apresentações de livros, encontros culturais, feira antiga e feira medieval, numa iniciativa que junta tradição, animação e momentos de convívio. As tasquinhas, asseguradas por associações locais, voltam a ser um dos grandes atrativos, a par da mostra comercial, que reúne dezenas de expositores.
As celebrações mantêm também a sua vertente religiosa, com destaque para as cerimónias em honra de São Tomé, padroeiro do concelho, incluindo a bênção dos romeiros e outros momentos de fé que continuam a marcar estas festividades.
A abertura oficial está marcada para hoje às 18h e contará com a presença do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
Além da componente cultural e religiosa, as Festas de São Tomé assumem-se como um importante motor para a economia local. A Câmara Municipal estima que o evento atraia milhares de visitantes, com impacto no comércio, restauração, hotelaria e alojamento local.
A entrada é gratuita.
Um dos momentos em destaque será o Dia das Comunidades, que decorre na sexta-feira. A iniciativa pretende reforçar a integração dos muitos cidadãos estrangeiros que vivem atualmente no concelho, dando-lhes espaço para apresentar a sua gastronomia, artesanato, música e tradições.
Nesse dia, será também apresentado o Plano Municipal para a Integração de Migrantes e recebidas delegações de cidades geminadas e parceiras de Mira, reforçando os laços de cooperação e intercâmbio cultural.
Com um cartaz diversificado, atividades para todas as idades e um ambiente de convívio, as Festas de São Tomé voltam a afirmar-se como um dos maiores eventos do concelho e um dos pontos altos do verão na região.
Notícia adaptada pela redação da RDS com base em informação publicada pelo jornal Diário de Coimbra.
Imagem: CMM












