A proposta de Orçamento do Estado para 2027 prevê 133,8 milhões de euros em despesas com viagens e alojamento da administração pública, um valor cerca de 0,5% inferior aos 134,5 milhões orçamentados para 2026.
Por ministérios, a Educação, liderada por Fernando Alexandre, continua a ter a maior verba, com 41,2 milhões de euros — uma redução de 4,2 milhões (-9%) face ao ano anterior. Segue-se a Defesa Nacional, de Nuno Melo, com 21,64 milhões de euros, um aumento de 1,6 milhões (+8%).
O maior aumento percentual cabe aos Negócios Estrangeiros, de Paulo Rangel: cerca de 10,3 milhões de euros, mais 2,8 milhões do que em 2026 (+37%). Também sobem de forma expressiva a Justiça, de Rita Júdice (4,2 milhões de euros, quase +26%), e a Administração Interna, de Luís Neves (6,6 milhões de euros, +10%).
Do lado dos cortes, destaca-se o Ministério das Infraestruturas e Habitação, de Miguel Pinto Luz, que vê a verba cair de cerca de 9,3 para 5,6 milhões de euros (-39%), a maior redução percentual entre as pastas analisadas.
A proposta orçamental segue agora o calendário parlamentar: audição do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, a 23 de outubro, debate na generalidade a 27 e 28 de outubro, e votação final global a 24 de novembro.
Fonte: Correio da Manhã e Executive Digest










