De forma a alcançar um maior número de médicos de medicina geral e familiar, a Autarquia de Idanha-a-Nova lançou um pacote de apoios que inclui um bónus mensal de 1.750 euros, para além de ajudas de custo para habitação e transporte.
Para fixar médicos de família, a Câmara de Idanha-a-Nova publicou em Diário da República um projeto de regulamento que prevê apoios financeiros e habitacionais. A proposta está agora em consulta pública durante 30 dias úteis. Estes incentivos pretendem colmatar a falta de clínicos na Unidade de Cuidados de Saúde Primários (UCSP) local, que enfrenta o grande desafio de cobrir 17 polos de atendimento espalhados por todo o concelho.
Os incentivos regulamentados pelo município distribuem-se por três vertentes principais. Em primeiro lugar, é atribuído um suplemento remuneratório líquido de 1.750 euros mensais. Em segundo lugar, o apoio ao alojamento fixa-se nos 400 euros mensais, valorizado para 500 euros caso se trate de aquisição ou construção de habitação própria e permanente no território concelhio. Por fim, prevê-se uma compensação por deslocações para médicos não residentes, cujo valor variável pode atingir os 500 euros mensais, calculados em função da quilometragem diária e excluindo os períodos de férias.
Tal tem o prazo de um ano, sendo possível adiar pelo mesmo período. O regulamento indica os requisitos e as condições que os candidatos têm de cumprir
No mesmo encontram-se os requisitos e as condições a serem cumpridas pelos candidatos. Também é informado que não é permitido optar por todas as opções, somente o que for mais adequado a cada caso. Durante o período em que se encontra em consulta pública, o programa pode ser consultado através do site da Câmara Municipal ou presencialmente na Divisão Administrativa e de Recursos Humanos, no período habitual de funcionamento.
Imagem: SIM











