O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) volta a receber, entre sexta-feira e domingo (7 a 9 de novembro), o Grande Prémio de Portugal de MotoGP, penúltima etapa do Mundial e a última corrida de Miguel Oliveira na categoria em território nacional.
O piloto português, atualmente ao serviço da Yamaha, prepara-se para deixar o MotoGP no final da época e iniciar uma nova fase da carreira no Mundial de Superbike, a partir de 2026, com a BMW.
Depois de uma vitória histórica em 2020, Oliveira volta a um circuito que conhece bem, mas que nem sempre lhe foi favorável. Nos anos seguintes, somou quedas e resultados modestos, destacando-se apenas em 2022, quando foi quinto classificado com a KTM. Em 2023, já com a Aprilia, terminou em 9.º lugar na corrida principal.
O piloto de Almada soma 115 provas, cinco vitórias, sete pódios e uma ‘pole position’ — precisamente conquistada em Portimão, no ano do seu triunfo.
A edição deste ano chega marcada pelas ausências dos campeões Jorge Martín e Marc Márquez, ambos lesionados, o que abre espaço para novos protagonistas e aumenta a expectativa em torno do desempenho do número 88.
De acordo com a organização, são esperadas cerca de 170 mil pessoas no AIA ao longo do fim de semana, num evento que representa também um forte impacto económico para a região, estimado entre 70 e 80 milhões de euros.
Com o título já decidido, o MotoGP em Portimão promete emoção, público em peso e a despedida de Miguel Oliveira diante dos adeptos portugueses.
Imagem: Red Bull









